"Wired.com: But you had been in combat before. It shouldn’t have surprised you what you saw.
McCord: I have never seen anybody being shot by a 30-millimeter round before. It didn’t seem real, in the sense that it didn’t look like human beings. They were destroyed."
2010-04-22
U.S. Soldier on 2007 Apache Attack
U.S. Soldier on 2007 Apache Attack: What I Saw | Danger Room | Wired.com:
Palavras-chave:
crimes de guerra,
EUA,
guerra,
Iraque
2010-04-20
Mulheres em roupas reveladoras causam terremotos?
Yeah, elas fazem a terra tremer, cabruuuuummmmm!!!!!
Sem roupa, então, elas enlouquecem a escala Richter ----- cabruuuummmmmmm!!!
E, quanto mais elas tiram as roupas, mais os homens-do-além, os
sacerdotes das pobres das 'grandes' religiões, se sentem inseguros
http://www.guardian.co.uk/world/2010/apr/19/women-blame-earthquakes-iran-cleric
------ crash!!!!!!
Daí minha oração: nunca mais pisem em solo firme, ó pregadores da
mentira e da repressão!
2010-04-12
Idelber, NPTO e Cuba: desdobramento do debate
O Celso, do blog Na Prática a Teoria É Outra, publicou as "atas" do meu papo com o Idelber, no Facebook, sobre seu texto na revista Fórum. Tá na postagem Idelber e Cuba: a grande pirateada do Facebook.
O papo em questão foi material para minha postagem sobre o texto do Ibelber na revista Fórum.
Gostei disso que o Celso fez, de publicar o printscreen de um bom papo. Temos que fazer essas coisas mais vezes.
Palavras-chave:
blogosfera,
Celso Rocha de Barros,
Cuba,
esquerda,
Idelber Avelar,
NPTO,
revista Fórum
2010-04-10
Pouco a Pouco, de Jean Rouch
Trecho da comédia Pouco a Pouco (Petit a Petit), de Jean Rouch. Sinopse:
Em Ayorou, juntamente com Lam e Illo, Damouré dirige uma empresa de importação e exportação chamada Pouco a Pouco. Ao decidir erguer um edifício, ele parte para Paris a fim de verificar “como se vive numa casa de vários andares”. Na cidade, ele descobre as curiosas maneiras de viver e pensar da tribo dos parisienses, as quais descreve em postais enviados regularmente a seus companheiros, até que estes, duvidando de sua sanidade, enviam Lam à sua busca. Em Paris, Damouré e Lam compram um conversível Bugatti e conhecem Safi, Ariane e o mendigo Philippe. O grupo decide voltar à África, para construir a nova casa. As duas mulheres e Philippe não se adaptam à nova vida e resolvem partir. Damouré, Lam e Illo retiram-se para uma cabana às margens do rio e meditam sobre a sociedade moderna.
Este filme faz parte - com legendas - da Mostra Jean Rouch, no Santander Cultural de Porto Alegre. A entrada é franca para todos os filmes da mostra, e tem muita coisa boa passando, até o dia 18 de abril.
Palavras-chave:
cinema,
comédia,
de graça,
Jean Rouch,
Porto Alegre
2010-04-07
O texto do Idelber na revista Fórum
Sempre pertinente, Idelber Avelar publicou no dia 30 de março um texto na sua coluna na revista Fórum intitulado "Direitos humanos e hipocrisia humanitária". O foco do texto são as críticas que se fizeram ao governo Lula por não se pronunciar, em Cuba, sobre as violações dos direitos humanos pelo Estado cubano. O texto traz (1) informações precisas sobre diversos países onde há violações dos direitos humanos, incluindo Arábia Saudita, Colômbia e Cuba. O texto apresenta (2) o modo como EUA e Brasil estabelecem relações com tais países, e o que se cobra em cada caso, e também (3) a diferença no tratamento de cada caso, tendo como destaque que no caso de Cuba se faz demandas que não são feitas nos outros casos.
Sobre estes três pontos, o texto é exemplar, pois em relação a (1) respeita os fatos e nos informa de violações pouco noticiadas, em relação a (2) nos lembra que há países que se importam muito com certas violações enquanto aceitam outras (é só pensar em como a fusão econômico-produtiva entre China e EUA se apoia na aceitação da realidade interna da China), e em relação a (3) nos traz o fato que há bastante gritaria de certos setores da sociedade quando se trata de alguns casos, mas silêncio quando se trata de outros (de novo: há grande auê sobre o iPad, o qual foi feito em um país que censura o Google, pra começo de conversa, mas isso não é assunto). O texto também chama de "hipócrita" a quem se apresenta como defensor de certo princípio, mas só o aplica quando é conveniente. Isto também é exato.
No entanto, o texto tem dois problemas, um pequeno, outro grande. Começo com o problema pequeno, para deixar para o final a grande divergência, de modo a, de certa forma, minimizar minha divergência com o Idelber, cara que eu respeito pacas.
O problema pequeno é o seguinte: não é uma boa ideia chamar de "dondoca humanitária" àqueles que se apresentam como defensores dos direitos humanos só quando é conveniente, pois isso acaba ligando o adjetivo "humanitário" a hipocrisia, o que é apenas mais uma maneira de espancar um adjetivo já não muito apreciado por aqui. Digo isso porque, ao menos no RS, alguns radialistas de AM já fazem o trabalho de desconstruir os direitos humanos, dizendo que suspeitos de crimes bárbaros devem receber tratamento cruel, ao invés de direitos exigidos por... "dondocas" (ou palavras piores). Se agora vamos ligar humanitarismo a dondoquice, tal como fazem os radialistas que querem sangue, ao invés de simplesmente dizer claramente que há hipocrisia, daí vamos fazer outro desserviço à causa humanitária.
Agora, o problema grande. Idelber não diz apenas que os hipócritas estão aplicando de maneira seletiva os direitos humanos, o que estaria ok. Ele também diz que ninguém pode exigir de Estado algum o respeito a qualquer princípio moral, o que inclui princípios humanitários, pelo simples motivos que Estados não seriam seres morais. Ele diz:
Os blogueiros de esquerda [...] deveriam ler [...] algumas lições [...]. A primeira delas é clara: seres humanos podem ser sujeitos morais. Os Estados, não. Os Estados sempre farão política externa segundo seus interesses. [...]Esperar que um Estado faça política externa movido por considerações morais — e, pior ainda, “decepcionar-se” quando um governo de esquerda não o faz — representa uma confusão entre moral e política, inaceitável para alguém que se diz de esquerda.
Isso tá mal. Se Estados se guiam pelos seus interesses, então Estados são seres morais, pois só seres morais se guiam por interesses, visto que um objeto de interesse é algo que parece bom para alguém.
Assim, Idelber erra ao dizer que Estados não são seres morais. Esse erro o leva a, erroneamente, dizer que quem espera respeito a princípios morais de um governo está confundindo as coisas.
Mas tentemos uma outra leitura. Talvez Idelber aceite que Estados estão no interior da esfera moral, mas esteja dizendo que os princípios morais que guiam e devem guiar os Estados são as vantagens para seus cidadãos, não o certo e o bem. Ele diz:
O dever do presidente do Brasil é zelar pelos cidadãos brasileiros, fortalecer o país, cuidar da enorme dívida social legada pela história, reduzir a desigualdade e conduzir a política externa de forma a facilitar a conquista desses objetivos.
Nessa leitura, tudo o que podemos exigir do presidente é que ele nos fortaleça. Todo o resto não diz respeito ao seu cargo.
Confesso que acho esta visão falha, se o requerido para entendê-la for a aceitação de um certo friedmanismo. Nessa leitura, a visão acima seria friedmaniana, por ser análoga à visão do economista neoliberal Milton Friedman sobre a responsabilidade das empresas. Para Friedman, a única responsabilidade do CEO da Apple ou da Coca-Cola é dar lucro aos acionistas - e foda-se o resto! Isso quer dizer que, para Friedman, falar em responsabilidade social de uma empresa é fazer uma confusão. Talvez Idelber raciocine de maneira análoga para o caso da responsabilidade dos chefes-de-Estado. Não sei.
É claro, Friedman e Idelber estão falando de coisas diferentes: empresas e Estados. Mas essas coisas diferentes têm algo em comum: são instituições. E há algo em comum nas discussões de Friedman e de Idelber: a responsabilidade de certas instituições. É daqui que vem minha analogia entre Friedman e Idelber.
Além de estarem falando de coisas diferentes, ainda que estejam falando da moralidade das instituições, há uma diferença fundamental entre Friedman e Idelber. Friedman diz explicitamente que o único interesse dos acionistas de uma instituição-empresa é o lucro, enquanto Idelber está longe de reduzir os interesses dos cidadão da instituição-Estado à renda, como se vê pelo trecho citado acima. Mas há um elemento em comum: o papel do CEO/presidente é fortalecer a instituição, para que mais de alguma coisa seja distribuído aos membros que a compõe. Ou seja, o esquema de pensamento é o mesmo, a tarefa do condutor é a mesma, mas o objetivo em cada caso é diferente, ainda que não totalmente desvinculado, dado que no mundo real mais dinheiro em caixa é um modo de melhor realizar os fins estatais listados.
Assim, para Friedman a única coisa que um CEO pode fazer é dar mais lucro aos acionistas, enquanto a tarefa do presidente, para Idelber, é zelar pelos cidadãos. Bem, aqui cabe perguntar se não é do maior interesse dos cidadãos de um Estado que seu chefe-de-Estado se manifeste em favor das garantias da humanidade em geral, sempre que tal manifestação pese em favor da aplicação de tais garantias. Por que seria do interesse dos cidadãos? Se não por outros motivos, ao menos porque essa pode ser uma promissória resgatável no futuro, como diz o NPTO:
A crítica de esquerda ao regime cubano, portanto, não é só defesa dos caras que estão apodrecendo na cadeia, ou da totalidade dos cubanos que não podem votar ou se candidatar livremente, mas é também uma defesa de nós mesmos, que não queremos nem ser vítimas futuras nem, suponho, carrascos.
Ou seja, em um mundo onde as garantias humanitárias são frágeis, e nosso futuro é incerto, nossa ação externa presente pode ser um caso de ingerências externas que nos aliviem no futuro.
Em resumo, digo duas coisas, na minha crítica ao problema grande do texto do Idelber. Primeiro, que a crítica dele à hipocrisia daqueles que se passam por defensores dos direitos humanos está em boa ordem. Segundo, que a própria aceitação da visão do Idelber sobre o papel do chefe-de-Estado, de zelar pelos interesses dos cidadãos, requer certo ativismo humanitário, pois isso é do máximo interesse dos cidadãos.
Palavras-chave:
Brasil,
Colômbia,
Cuba,
diplomacia,
direitos humanos,
esquerda,
Idelber Avelar,
Milton Friedman
2010-04-05
Clit Colombo
Escreva Lola Escreva: O CLIT�RIS E A NEGA��O DO DESEJO FEMININO:
"Foi Colombo que descobriu o clitóris, só que não o mesmo Colombo que fez aquela outra descoberta importante. Esse do clit era um cientista italiano chamado Renaldus Colombo. Ele comparou o clitóris ao pênis, percebendo que o órgão feminino também se levantava, ficava duro, e proporcionava prazer."
Palavras-chave:
anatomia,
clitóris,
desejo,
Lola Aronovich,
mulheres,
orgasmo,
prazer,
Renaldus Colombo,
sexualidade
2010-04-03
Tudo é pior no iPad, incluindo quadrinhos
Why I won't buy an iPad (and think you shouldn't, either) - Boing Boing:
"Então, o que a Marvel faz pra "melhorar" seus quadrinhos? Eles tiram o direito de dar, vender ou emprestar seus gibis. Que melhoria. É um jeito de tirar a alegre, maravilhosa e vinculante experiência da partilha de quadrinhos e transformá-la em um empreendimento passivo e solitário que isola, mais do que une."
Palavras-chave:
Apple,
Boing Boing,
bugigangas,
corporações,
Cory Doctorow,
geek,
iPad,
tecnologia,
tranqueiras
2010-04-01
Política jedi
Palavras-chave:
cinema,
comédia,
Kevin Smith
¡Berserker!
Palavras-chave:
cinema,
heavy metal,
Kevin Smith
Ricky Martin, tolerância e a riqueza das nações
Ricky Martin, Coming Out and the Health of Nations - Julia Baird - Newsweek.com:
"Ainda assim, embora possa ter sido uma decisão dolorosa para Martin, pessoalmente, havia algo de refrescante na substituição da homofóbica pelos olhares expressivos. Devemos desejar que a sua saída do armário não seja grande coisa no país em que vivamos. Nova pesquisa mostra que a tolerância da homossexualidade é provavelmente signifique que vivemos em uma sociedade democrática, desenvolvida e rica. Deve também dizer que vivemos em um país bem-educado. E isso pode bem significar que vivemos em um país relativamente feliz.
Novos dados do World Values Survey, por exemplo, encontraram uma forte correlação entre crescimento econômico e atitudes mais tolerante com relação à homossexualidade."
Palavras-chave:
desenvolvimento,
economia,
educação,
homofobia,
Ricky Martin,
sair do armário,
tolerância
Críticas ao nível de segurança no metrô de Moscou são equivocadas
Safer subways: easier said than done | FP Passport:
"Essas são áreas onde não há espaço de sobra para criticar as táticas de Moscou contra o terrorismo, mas, graças ao volume de passageiros e da proximidade aos centros urbanos, metrôs estão sempre vai ser um alvo tentador. Como alguém que é comutado pelo metrô de Nova York, Moscou e Washington, posso dizer que a composição do dano, tornando o sistema menos eficiente, não parecem ser a resposta."
Palavras-chave:
cidades,
conflitos,
Foreign Policy,
Joshua Keating,
Moscou,
Rússia,
segurança
Vento
Palavras-chave:
fotografia,
preto e branco,
rosto
Brasileiros têm doenças de gente paradona
Brasileiro cuida da sa�de, mas n�o se exercita—Portal ClippingMP:
"O brasileiro está cuidando mais da saúde, mas, em geral, faz poucos exercícios físicos, passa muito tempo em frente à TV e ao computador e, numa população que envelhece rapidamente, sofre de doenças crônicas que poderiam ser combatidas com uma vida mais ativa, como hipertensão, dores na coluna e artrite. É o que revela o suplemento de saúde da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgada ontem pelo IBGE, no Rio. Pela primeira vez, investigou-se comportamentos que representam riscos à saúde, como o sedentarismo e o tabagismo.
[...]
No total, apenas 41,7 milhões (28,2%) dos brasileiros com mais de 14 anos realizavam exercícios físicos ou esporte em 2008. E se fosse usado o critério da Organização Mundial de Saúde para identificar pessoas “ativas no lazer” (que realizam atividades físicas três vezes por semana), esse percentual caía para 10,2% (14,9 milhões de pessoas. Liderando esse ranking estavam os moradores do Distrito Federal, com 18% da população."
Palavras-chave:
Brasil,
educação física,
O Globo,
Rafael Galdo,
saúde,
sedentarismo
Energia solar e indústria brasileira
Telhados solares e a ind�stria fotovoltaica—Portal ClippingMP:
"Os módulos fotovoltaicos já gozam do benefício de isenção de ICMS e IPI e atualmente possuem Imposto de Importação de 12%, ademais, os módulos produzidos na China, Estados Unidos, Europa, ao serem importados, tem o abatimento do Imposto do Valor Agregado no país de origem. Portanto, a isenção do Imposto de Importação a módulos fotovoltaicos, proposto pelo PL336/2009, será uma chuva de granizo na proposta de um programa de telhados solares para o Brasil associado com desenvolvimento da indústria fotovoltaica no país."
Palavras-chave:
ambiente,
energia,
importação,
impostos,
indústria,
legislação,
Ricardo Rüther,
Roberto Zilles,
Valor Econômico
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