Todo fiel deve dar o dízimo para a igreja (Doutrina da igreja I.I.)
Deus é fiel (Slogan da igreja I.I.)
Logo, Deus dever dar o dízimo para a igreja (De acordo com as premissas acima)
Todo fiel deve dar o dízimo para a igreja (Doutrina da igreja I.I.)
Deus é fiel (Slogan da igreja I.I.)
Logo, Deus dever dar o dízimo para a igreja (De acordo com as premissas acima)
Nem uma nem muitas sanções, de tipo algum, funcionarão no Irã, para provocar mudança de regime. Sanções servem para debilitar o país e dificultar, até o tormento, a vida diária de civis – o que já se viu no Iraque. Mas sanções não arrancam do poder as elites que reinam nos países do petróleo, porque petróleo que brote do chão é altamente contrabandeável e pode ser convertido em dinheiro, e o dinheiro pode ser sempre facilmente canalizado para a mesma elite governante. A arrogância com que senadores dos EUA falam de sanções contra o Irã é mera arrogância e não dará qualquer dos resultados esperados, sobretudo porque a China não imporá qualquer sanção ao Irã.Se Washington apertar os parafusos de sanções, Obama terá ainda menos condições para fazer negociações sérias com o Irã as quais, além de necessárias, são promessa do candidato e, depois, do presidente.O discurso de ontem foi, essencialmente, discurso de capitulação ante os neoconservadores, em relação ao Irã. Não é, de modo algum, passo adiante na agenda que Obama traçara, para manter abertas linhas de negociação com Teerã.

Algo que me espanta deliciosamente é a palavra sereno, porque tem alma tranquila como adjetivo, e corpo úmido como substantivo.
@alexsens
A propriedade de um livro [em comparação com a propriedade de um software] não existe. Não existe algo como um acordo de licenciamento necessário para ler um livro. Livros são regidos por um contrato social que é mais velho do que as editoras, até mesmo mais velho do que a impressão. O inovação recente do copyright em livros reconhece o pacto antigo entre leitores e escritores, e protege seus direitos de possuir seus livros, emprestá-los, dá-los, revendê-los, de lê-los em qualquer nação, em qualquer circunstância.
Taí uma brincadeira com uma foto da Mulher Moranguinho que encontrei no Desconexión Cubana.
Após a camiseta Wittgenstein/silêncio branca, eis a camiseta Wittgenstein/silêncio preta, graças ao Rei da França. 
Fotos da modelo Lou Doillon publicadas na revista Purple do outono-inverno de 2008. Via Fluffy Lychees (aqui e aqui).
Fãs vazaram na web fotos cruas da Madonna. Aproveitei a oportunidade para mostrar meus serviços com o Photoshop. À esquerda a foto crua, à direita a foto fotoxopada, estilo Cesar Shu.
Via Arlesophia.
Os alunos das escolas do Texas não encontrarão nas bibliotecas livros como Baby bear, baby bear, what do you see? [Ursinho, ursinho, que que tu vê?], de Bill Martin, Jr. Veja, a expressão "Urso pardo, urso pardo, que que tu vê" simplesmente é muito similar a "o que efetivamente arruinará o sistema imperialista, e o que precisa ser criado, como Mao viu, são economias autossuficientes, não sujeitas à exploração".
Entre quarta-feira [13 de janeiro] e sábado [16 de janeiro], caminhar pelas ruas do centro de Porto Príncipe e de Pétionville era observar o civismo dos haitianos que, muitas vezes, e como nós, sem entender claramente o que havia acontecido, procuravam cuidar dos feridos, resgatar aqueles que ainda estavam vivos sob os escombros, e dispor de seus mortos. O que vimos foi, de um lado, solidariedade, de outro a ausência quase que total e absoluta das forças da ONU e da ajuda internacional.
1. A proteção judicial está acima do copyright.2. Somente juízes podem suspender direitos fundamentais em circunstâncias muito específicas e bem embasadas.3. Legislação que dá ao executivo o poder de fechar sites sem consultar o judiciário é ruim para os negócios.4. Fechamento de sites sem ordem judicial inibe a criatividade, a qual nada tem a ver com grandes gravadoras.5. Autores têm o direito de viver da sua obra, mas o modelo de controle de cópias é obsoleto.6. A indústria cultural deve buscar novas práticas sociais.7. A internet deve ser livre e não pode sofrer a interferência de grupos que querem impor seu modelo obsoleto de negócios.8. O governo não pode se curvar ao interesse de grupos econômicos baseados em um modelo de negócios obsoleto.9. Uma reforma dos direitos de propriedade intelectual deve promover uma sociedade de conhecimento e inibir abusos de grupos de copyright.10. Em uma democracia, mudanças devem ser precedidas de debates públicos com a participação de todas as partes atingidas.
O estado do Rio Grande do Sul acumula diversos recordes negativos com respeito à AIDS: [...] gestão de verbas, inconsistência de registros, falta de medicamentos e exames, inexistência de controles e políticas de prevenção; fatos que ocasionam gravíssimos problemas à saúde pública e à população.
1. Porto Alegre (RS): 111,52. Camboriu (SC): 91,33. Canoas (RS): 83,04. Itajaí (SC): 81,25. São Leopoldo (RS): 72,96. Alvorada (RS): 72,87. Sapucaia do Sul (RS): 70,38. Viamão (RS): 68,59. Balneário Camboriu (SC): 67,910. Cruz Alta (RS): 64,911. Rio Grande (RS): 59,412. Florianópolis (SC): 57,413. Esteio (RS): 56,714. Cachoeirinha (RS): 54,015. Guaíba (RS): 53,016. Pelotas (RS): 51,917. Gravataí (RS) 49,918. Camaquã (RS): 47,719. Criciúma (SC): 47,120. Novo Hamburgo (RS): 44,6
Israel pretende posicionar um submarino com a capacidade de lançar mísseis com ogivas nucleares no Golfo Pérsico.
@ velocista sul-african@ Mokgadi Caster Semenya é homem ou mulher? Em 2009 no Campeonato Mundial de Atletismo realizado em Berlim, Semenya conquistou a medalha de ouro nos 800 metros rasos.Após a vitória, Caster teve sua feminilidade contestada e teve de se submeter a testes de DNA. Os exames comprovaram que a atleta sul-africana é portadora de uma deficiência cromossomática que lhe confere características masculinas e femininas. Semenya não tem ovários nem útero, mas possui testículos ocultos internamente (que produzem testosterona acima do normal para uma mulher), embora os genitais externos sejam femininos.


À medida que eu fotografava o projeto, comecei a ver como os shows se tornaram eventos para as pessoas se reunirem com suas 'famílias" postiças, uma chance de reviver suas juventudes e uma tentativa de fazer parte de uma cena que aconteceu antes que elas nascessem.

Eis a camiseta em homenagem ao filósofo e pacifista Bertrand Russell.
40% das brasileiras possuem um batom. Mas esse número aumentará drasticamente com a inclusão dos favelados no mercado consumidor. 
Dave Aharonian é um grande fotógrafo de nus em exteriores e interiores. Acima, a foto Candace, in the stream [Candace, no regato]. Abaixo, Stephanie, Reach, a foto que Ane Shu mais amou:animot.jpg)
Eis uma camiseta para você presentear seus amigos wittgensteinianos. Eles ficarão tão contentes que não irão nem poder agradecer.
O mapa das leis do aborto pelo mundo afora mostra que o Brasil está ao lado dos países mais atrasados da África e da América Latina. Os países do assim chamado "Primeiro Mundo" permitem o aborto, caso a mulher assim decida.
Para a teóloga e especialista em hebraico Ellen Van Wolde (foto), da Universidade Radboud, na Holanda, "Agora é insustentável a visão tradicional de Deus como o criador" (Telegraph.co.uk). Isso porque essa visão estaria apoiada em um erro de tradução milenar, o qual levou filósofos como Agostinho e Tomás a supor que o Gênesis 1 trataria da criação do universo a partir do nada.
O exame do verbo ברא [bara] no Gênesis 1 leva à conclusão que o verbo ברא em Gênesis 1 não significa "criar", mas "separar". Essa hipótese é subsequentemente testada contra evidência externa da literatura cognata na Mesopotâmia. Nesses relatos mesopotâmicos da criação, as linhas de abertura frequentemente descrevem os atos (divinos) de separação do céu e da terra. O verbo sumérico bad e o verbo acadiano parasu empregados nesses textos designam claramente "separar". Evidência textual da Bíblia hebraica também parece suportar essa hipótese. Por exemplo, o fato que na Bíblia hebraica o substantivo "criador" nunca é expressado com o particípio de ברא, mas sempre com o particípio de outros verbos. Assim, baseado em evidência linguística e textual interna e externa e em uma argumentação controlada, é altamente plausível e muito provável que o tipo de ação expressada pelo verbo ברא em Gênesis 1 é de um caráter espacial e físico muito concreto, e pode ser apresentado como "separar".
[...] a discussão gira em torno de novas possibilidades para a tradução do verbo hebraico bara (בָּרָא). Tradicionalmente esse verbo tem sido interpretado como dando a ideia de uma “criação do nada (ex nihilo)”. A autora faz comparações entre o capítulo 1 de Gênesis e o famoso e extremamente antigo mito sumeriano da criação. Este último relato não fala de uma criação a partir do nada, mas narra a organização do mundo em três níveis: céu, terra e mundo inferior, separados pela ação de uma das inúmeras divindades existentes. Para a autora do artigo, a Bíblia seguiria o mesmo padrão do relato mesopotâmico, mas foi interpretada de forma diferente ao longo da história do pensamento judaico cristão.
Na página 10 a autora chama atenção para os versículo 21 do primeiro capítulo do Gênesis. Para ela, esse versículo descreveria os tipos de animais que habitam um mundo existente em três níveis: mundo inferior (monstros marinhos), mundo intermediário (répteis) e mundo superior (aves). O texto teria a intenção de narrar a separação, e não a criação a partir do nada, dos animais que habitam esses três níveis.
Sin dinero nena, no coche, no chica, no vicio, no tate, no rímel. Estoy histérica!É uma das frases mais memoráveis da história do cinema.
(Sem grana menina, sem carro, sem mulher, sem vício, sem haxixe, sem rímel. Tô histérica!)
A cultura foi o alvo preferido das organizações [de direita] CCC, MAC, GAC e FUR no final de 1968. São Paulo, em julho, era palco de acontecimentos que apresentariam um balanço violento ao final do ano. Nesse mês, a 18, o teatro Galpão era invadido e depredado pelo CCC [Comando de Caça aos Comunistas], cujos militantes espancaram atores e o público que assistia Roda Viva, de Chico Buarque de Holanda. A atriz Marília Pera reconheceu duas pessoas entre os agressores: Claudinei Brás e Edgar, seu primo, mas ambos desapareciam como por encanto depois. No mesmo mês, se dava o atentado ao teatro Maison de France, no Rio, onde se representava O Burguês Fidalgo, de Molière, um equívoco provocado pelo clássico francês nas cabeças de terroristas ignorantes. Dia 22, os jornalistas recebiam a próxima agressão, com a explosão, pelo CCC, de bomba na ABI - Associação Brasileira de Imprensa - ainda na capital carioca. Em agosto, mais dois teatros sofrem ataques de bomba: a 2 o teatro Opinião, e três dias depois o teatro Glaucio Gil, com Os Inconfidentes em cartaz. Em setembro, os terroristas deixavam uma advertência no teatro João Caetano (RJ), após jogarem bomba que não explodiu (tinha um número e pertencia ao Ministério da Aeronáutica). Em cartaz, Feira Paulista de Opinião.
Anda armado mas, segundo os colegas, é incapaz de atirar em alguem.
O fotógrafo Jefferson Bernardes, quem viu de perto o desastre na ponte da RSC-287, escreve:
É fundamental não perder a perspectiva. A grande história está aqui: na minha opinião não é necessariamente a tempestade, pois ela já aconteceu. A grande história é sobre como e quanto mais bem preparados somos como nação e como nosso governo está para lidar com as conseqüências desta calamidade
Yeda era mediocre, agora é pequena: rejeitou proposta de parceria da TVE com a TV Brasil, a qual incluia o repasse de R$ 500 mil/ano para a produção local de conteúdo para a grade de programação nacional. Além disso, a parceria permitiria que a TVE utilizasse a tecnologia da TV Brasil para migrar para o sistema digital.
ACM, quando Prefeito biônico de Salvador, entregou à especulação imobiliária 25 milhões de metros quadrados de terras, ou seja, quase 10% da superfície de Salvador, através da Lei da Reforma Urbana, promulgada às vésperas do natal de 1968. Com isso, o ACM liquidou os estoques de terras públicas da capital baiana, inviabilizando qualquer possibilidade de a cidade criar planos de habitação. As terras foram vendidas ao preço de CR$ 2,35 o metro quadrado. Terras preciosas situadas no núcleo de expansão da cidade, entre a BR 324 e a orla, sobretudo aquelas que se encontravam onde viria a ser a Avenida Paralela e que se mantinham imunes aos especuladores, por força das clausulas de aforamento, foram para eles transferidas da noite para o dia.
Apresentador André Machado: Para entender como funciona, essa área extremamente valorizada da Padre Cacique, especialmente agora com a Copa do Mundo chegando e o Beira Rio vai ser o palco dessa área, uma empresa, possivelmente uma construtora, tem interesse ali e ao pegar aquela área, ela vai construir unidades da Fase em outros municípios. É isso?
Secretário de Justiça e Desenvolvimento Social do Estado, Fernando Schiller: Exatamente. É uma permuta por licitação. Teremos um comitê de acompanhamento externo amplo, mas essencialmente há uma concorrência direta e o vencedor terá a obrigação de construir no padrão determinado pelo Estado, com controle bastante forte, essas unidades adaptadas dentro do padrão. O projeto arquitetônico é feito pelos técnicos da própria Fase, a empresa que ganhar a licitação faz a construção e evidentemente a melhor proposta a partir da construção das unidades e dos valores que forem oferecidos será a vencedora. Um ponto central do projeto é que todo o recurso obtido ou toda permuta direta será utilizada apenas na construção das unidades descentralizas. Ou seja, é uma forma que o Estado encontrou de preservar o seu patrimônio. Hoje é um patrimônio que não serve para sua finalidade, nós teremos um outro patrimônio público, ele será todo público, tombado para o Estado, mas adequado à finalidade que é a recuperação socioeducativa dos adolescentes infratores.
Sem tirar recursos do orçamento, será uma pequena revolução no sistema da Justiça Juvenil.
É vergonhoso dar R$ 150 milhões para um empreendimento que gera 250 empregos. Qualquer que seja o ponto de vista que se olhe, isso não faz sentido.
Cada emprego custou R$ 600 mil. Com esse dinheiro, você poderia pagar R$ 1.300 por mês para um professor por 35 anos. E ele daria aula, não fabricaria cigarro.
A indústria lucra e deixa o prejuízo do tratamento para a sociedade como um todo. Não tem o menor sentido essa política. O governo gaúcho está na contramão das boas práticas contra o fumo.