Meu Destino É Ser Onça

Acabei de comprar e estou louco para começar a ler
Meu Destino É Ser Onça (Record, 2009), mito tamoio ou tupinambá restaurado por Alberto Mussa. Diz a sinopse:
Após estudar os fragmentos de registros feitos pelo frade André Thevet sobre a cultura indígena durante a ocupação da Baía de Guanabara, em 1550, e cotejá-los com as demais fontes dos séculos XVI e XVII, o autor reconstituiu o que teria sido o texto original de uma narrativa mitológica da tribo tamoio (os tupinambá do Rio de Janeiro).
A orelha do livro dá mais informações suculentas:
Alberto Mussa montou uma espécie de quebra-cabeça e reconstituiu o que teria sido o texto original de uma grande narrativa mitológica dos tupinambá -- que abarca a história completa do universo, de suas obscuras origens ao iminente cataclismo final. O tema central [...] é a busca da terra-sem-mal. [...] a complexidade metafísica tupi aponta para uma surpreendente conclusão: a de que o rito antropofágico era, para os índios, a principal aquisição da cultura, capaz de transformar em Bem o Mal inevitável inerente à natureza. [...] "no jogo canibal, cada grupo depende totalmente de seus inimigos, para atingir, depois da morte, a vida de prazer e alegria".
Canibalismo, busca da salvação, e uma narrativa que vai do gênesis ao apocalipse. Eis os elementos para uma ótima leitura.
afudê. vou procurar.
ResponderExcluirDe fato, parece ser bem interessante. Taí, ao que parece, uma ótima dica de leitura. Devidamente anotada aqui na minha agenda.
ResponderExcluirAbração.